A VIDA é uma Oportunidade, Agarra-a!
A VIDA é uma Beleza, Admira-a!
A VIDA é um Sonho, faz dele uma Realidade!
A VIDA é um Desafio, Enfrenta-o!
A VIDA é um Dever, Cumpre-o!
A VIDA é um Jogo, Joga-o!
A VIDA é Preciossa, Cuida bem dela!
A VIDA é uma Riqueza, Conserva-a!
A VIDA é um Amor, goza-o!
A VIDA é um Mistério, Penetra-o!
A VIDA é uma Promessa, Cumpre-a!
A VIDA é uma Tristeza, Supera-a!
A VIDA é um Hino, Canta-o!
A VIDA é um Combate, Aceita-o!
A VIDA é uma Aventura, Ousa-a!
A VIDA é uma Felicidade, Merece-a!
A VIDA é uma Vida, Defende-a!
4.1.10
19.12.09
Conto de Natal
(Correndo o risco de me tornar repetitiva, volto a publicar este texto que escrevi a 30 de Dezembro de 1993, pois continua muito actual na nossa vida e no meu pensamento...)
Era uma tarde cinzenta, húmida e triste, como tantas outras tardes d'Inverno, lá para o final de Dezembro.
A Baixa Lisboeta movia-se num frenesim de carros e pessoas circulando, com ou sem rumo, mas cheios de pressa. Pressa de chegar a horas ao sítio X, pressa de apanhar os ineficientes transportes públicos, pressa de andar, pressa de comer, pressa... pressa de viver...
Pelo meio desta gente apressada vagueiam como «zombies» homens, mulheres, velhos e crianças que não têm onde se abrigar da noite fria, que não têm com que alimentar os seus cadáveres já cansados e sem forças e que não têm vestes suficientes para cobrir o corpo semidesnudo e esquelético.
A vida tem sido tão cruel para estes vadios ou pedintes (nome corriqueiro para designar estes pobres infortunados que são tão diferentes de nós, mas tão iguais) que alguns deles, se têm nome, Pai, Mãe ou família já o esqueceram ...
Vemos, então, os pedintes ou vadios a deambular pela cidade à procura de melhor sorte ou de uma alma caridosa que lhes dê algo, de preferência dinheiro, para comerem ou para sustentarem os vícios e os «prazeres da vida». Senão, vemo-los sentados ou deitados em bancos de jardim, ou mesmo no chão, dormindo ou esperando a morte ...
Nós, pessoas, passamos por eles mas não olhamos, não ligamos pois temos mais em que pensar e, para além disso, preocupamo-nos mais facilmente em ter compaixão e pena pelas vítimas da Guerra e da Fome em países longínquos em vez de abrirmos os olhos para aquilo que se passa tão perto mas, por vezes, tão longe...
Foi num destes quadros tão normais da vida quotidiana lisboeta, que vi um homem esfarrapado e sujo, com um olhar triste e desesperado que, implorando, dizia: «Tenho fome!». Mas toda a gente passava por ele e não o ouvia.
«Dêem-me de comer, tenho fome!», suplicava ele a cada «passant» que se limitava a virar costas e a continuar o seu precioso caminho. No entanto, nele surgiu um olhar de esperança e um sumido sorriso nos lábios quando houve alguém, diferente de todos os outros, que parou e escutou-o. «Não me dê dinheiro, dê-me de comer!», retorquiu o homem e o seu olhar brilhou quando essa pessoa, sem pensar duas vezes, lhe proporcionou (o que para muita gente não passa de um Snack) o que, para ele, se tornou num verdadeiro banquete.
«Bem haja e Feliz Ano Novo» disse ele agradecendo e despedindo-se com um brilho cintilante no olhar. Quem sabe daqui a quanto tempo este homem voltará a comer, mas para ele este dia tornou-se num dia de Natal (quase de certeza que ele nem sequer Natal teve), por ter havido alguém que viu para além daquilo que os seus olhos lhe mostravam ...
É tão fácil fazer de cada dia um dia de Natal !
Se ao menos as pessoas tentassem ...
Era uma tarde cinzenta, húmida e triste, como tantas outras tardes d'Inverno, lá para o final de Dezembro.
A Baixa Lisboeta movia-se num frenesim de carros e pessoas circulando, com ou sem rumo, mas cheios de pressa. Pressa de chegar a horas ao sítio X, pressa de apanhar os ineficientes transportes públicos, pressa de andar, pressa de comer, pressa... pressa de viver...
Pelo meio desta gente apressada vagueiam como «zombies» homens, mulheres, velhos e crianças que não têm onde se abrigar da noite fria, que não têm com que alimentar os seus cadáveres já cansados e sem forças e que não têm vestes suficientes para cobrir o corpo semidesnudo e esquelético.
A vida tem sido tão cruel para estes vadios ou pedintes (nome corriqueiro para designar estes pobres infortunados que são tão diferentes de nós, mas tão iguais) que alguns deles, se têm nome, Pai, Mãe ou família já o esqueceram ...
Vemos, então, os pedintes ou vadios a deambular pela cidade à procura de melhor sorte ou de uma alma caridosa que lhes dê algo, de preferência dinheiro, para comerem ou para sustentarem os vícios e os «prazeres da vida». Senão, vemo-los sentados ou deitados em bancos de jardim, ou mesmo no chão, dormindo ou esperando a morte ...
Nós, pessoas, passamos por eles mas não olhamos, não ligamos pois temos mais em que pensar e, para além disso, preocupamo-nos mais facilmente em ter compaixão e pena pelas vítimas da Guerra e da Fome em países longínquos em vez de abrirmos os olhos para aquilo que se passa tão perto mas, por vezes, tão longe...
Foi num destes quadros tão normais da vida quotidiana lisboeta, que vi um homem esfarrapado e sujo, com um olhar triste e desesperado que, implorando, dizia: «Tenho fome!». Mas toda a gente passava por ele e não o ouvia.
«Dêem-me de comer, tenho fome!», suplicava ele a cada «passant» que se limitava a virar costas e a continuar o seu precioso caminho. No entanto, nele surgiu um olhar de esperança e um sumido sorriso nos lábios quando houve alguém, diferente de todos os outros, que parou e escutou-o. «Não me dê dinheiro, dê-me de comer!», retorquiu o homem e o seu olhar brilhou quando essa pessoa, sem pensar duas vezes, lhe proporcionou (o que para muita gente não passa de um Snack) o que, para ele, se tornou num verdadeiro banquete.
«Bem haja e Feliz Ano Novo» disse ele agradecendo e despedindo-se com um brilho cintilante no olhar. Quem sabe daqui a quanto tempo este homem voltará a comer, mas para ele este dia tornou-se num dia de Natal (quase de certeza que ele nem sequer Natal teve), por ter havido alguém que viu para além daquilo que os seus olhos lhe mostravam ...
É tão fácil fazer de cada dia um dia de Natal !
Se ao menos as pessoas tentassem ...
17.12.09
Solidão
"Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou...
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...
Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma..."
Francisco Buarque de Holanda
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...
Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma..."
Francisco Buarque de Holanda
15.12.09
I am so lost without you!
Esta musica reflecte o que sinto hoje...
Não que a letra seja totalmente adequada, mas é o que sinto...
"I am all out of love, I´m so lost without you (...)"
just because I can´t have you... and I never will...
Seria tão mais fácil se eu não sentisse o que sinto, se tu não sentisses o que sentes... mas quando se sente assim, doi!
Dias há em que penso, que se lixe, mesmo que doa quero amar-te!
Outros dias há em que não quero que doa e só me apetece fugir de mim, de ti, de nós...
Hoje!
Hoje sinto-me perdida!
Hoje fizeste-me falta!
Hoje queria-te tanto...
18.11.09
O Beijo

Quando olho para esta imagem, que construí de pedaços de beijos, que fui 'sacando' daqui e dali, sou levada ao recôndido da minha memória, do meu coração e até me atrevo a dizer, da lembrança de outros tempos e de outras paragens...
São pedaços de beijos, de entrega, de envolvimento a dois, de partilha do mais íntimo, do mais secreto que há em nós...
Da FUSÃO de dois corpos e de duas Almas que passam a formar a unidade!
Aqueles beijos que fazem 'tremer os joelhos', esvoaçar borboletas dentro de nós, disparar o coração a 300, que nos fazem viajar e nos levam ao 'céu'...
Relembro... Sinto...
E o que sinto é tão forte e intenso, que me traz alguma nostalgia...
O meu semblante triste, Amor, é porque penso demais, penso no que tivemos ontem e no que provavelmente não vamos ter amanhã...
E esqueço-me do hoje!
Mas é no HOJE que tu e eu estamos e é HOJE que faz sentido esta nossa história...
E eu quero tentar viver o HOJE, plenamente!
Aquele primeiro beijo...
UI!
E o outro... e o outro...
Não são só de agora... são de outros tempos... daqueles tempos em que tu e eu éramos um...
Mas depois volta a memória... a memória de te ter perdido...
E agora que te reencontrei, não te quero perder outra vez...
Mas é tudo tão difícil, tão doce, tão desgastante, tão intenso, tão frustrante, tão mágico, tão bonito, tão arrebatador, tão doloroso,tão viciante, tão... UAU!
O Beijo Mágico que te dei, Amor... permanece guardado dentro de mim, impresso nas células da memória de 'ontens', na esperança de outros 'amanhãs'...
O Beijo Mágico...
O Nosso BEIJO!
17.11.09
Estranha Sabedoria
Tive um fim de semana brutalmente intenso em termos de mensagens e ensinamentos, que me foram transmitidos.
Isto veio reforçar a consciência de mim mesma e da minha forma de SER e ESTAR...
A consciência de que, o que digo aos 'outros', se aplica na perfeição a mim mesma, ou não fossem os meus 'conselhos' fruto da minha experiência de vida ou intuições que me vão surgindo.
Se é senso comum ou simplesmente algo que sei intrinsecamente não tenho a certeza, mas se for a analisar bem as coisas, elas aplicam-se á maioria do comum dos mortais... o que me leva a questionar o funcionamento daquilo a que se chama Inconsciente Colectivo.
Como é que funciona?
Que mensagens nos traz?
Como nos afecta?
Estas e outras questões que daqui advém, eu não sei se sei responder, mas acho curioso de como os processo de várias pessoas se interligam obrigando-as a seguir um caminho idêntico, numa evolução em que processos muito semelhantes se tocam...
E com isto o Universo vai-nos colocando no caminho uns dos outros por tempo indetermindao até que aprendamos as lições e consigamos dar um passo em frente.
O meu nivel de consciência tem-se alterado a uma velocidade estonteante, de tal forma que mal tenho tempo de assimilar uma experiência e lá vem outra de seguida...
As mensagens da Vida são cada vez mais claras, mais específicas, mais rápidas, obrigando a uma escolha quase que instantânea, mais 'pesadas' pela responsabilidade que me trazem num Caminho que assumi percorrer...
Embora o meu desgaste seja maior, sei que tenho capacidade para ir em frente nesta Jornada Divina da Busca de Mim Mesma.
Uma demanda ao nível das do Santo Graal, que em tempos fiz como Cavaleiro Templário...
Dizia eu ontem a alguém muito especial:
"Sabes, nem sempre podemos assumir que estamos bem e que as coisas não nos afectam, porque isso não é verdade.
Nem sempre tem de haver uma razão concreta para nos sentirmos diferentes, para sentirmos tristeza ou irritação, que vem do nada.
Isto acontece, pura e simplesmente, quando acumulamos dentro de nós emoções que teimamos em não deixar sair, por ser "politicamente incorrecto"... o resultado é que mais tarde ou mais cedo o saco já não tem mais espaço e a coisa rebenta...
O que se pede é um mergulho interior, numa acalmia do exterior...
É uma caminhada difícil e por vezes dolorosa, mas necessária...
Para ti pode ser difícil almejar isso, para mim também o era, mas consegui ter coragem de parar e escutar-me... agora as respostas começam a vir, e de onde??? De dentro de mim, da minha sabedoria interna...
Sim, porque quando corremos com a vida (e eu falo por experiencia própria), quando estamos aceleradas, fugimos essencialmente de nós próprias porque acima de tudo evitamos, com isso, ter de enfrentar os nossos medos, o nosso lado sombra...
A imagem perfeita do Yin e do Yang... o equilíbrio do masculino e feminino, da luz e da sombra, juntos formam um só!
E é assim que funciona dentro de nós também, há luz e há sombra, há o sim e o não, há o masculino e o feminino, há a razão e a emoção, há a alma e a matéria...
MAS TUDO, SEM EXCEPÇÃO FAZ DE NÓS O QUE SOMOS...
O grande trabalho interior é conseguir um equilíbrio destes factores todos..."
O fantástico da questão é que o que lhe disse, assenta como uma luva em mim e, claro está, deixou-me a pensar.
Deixou-me a pensar no quanto mudei ultimamente, o quanto de mim ainda tenho por descobrir, os medos que tenho de ultrapassar... mas, sobretudo que o mergulho que já ousei fazer em mim ainda é muito superficial dando-me imensa vontade de ir mais fundo, levando a luz da superfície ao lugar mais escuro, mais fechado e protegido de mim, até que...
TUDO EM MIM SEJA LUZ!
Conseguirei?
Só o Tempo o dirá!
O meu coração e a minha intuição serão os meus guias...
O silêncio o meu caminho...
E a Luz virá do "Recto Ser, Recto Viver, Recto Pensar"...
Porque tudo, sem excepção, faz parte de mim!!!!!!!!!!!!
Isto veio reforçar a consciência de mim mesma e da minha forma de SER e ESTAR...
A consciência de que, o que digo aos 'outros', se aplica na perfeição a mim mesma, ou não fossem os meus 'conselhos' fruto da minha experiência de vida ou intuições que me vão surgindo.
Se é senso comum ou simplesmente algo que sei intrinsecamente não tenho a certeza, mas se for a analisar bem as coisas, elas aplicam-se á maioria do comum dos mortais... o que me leva a questionar o funcionamento daquilo a que se chama Inconsciente Colectivo.
Como é que funciona?
Que mensagens nos traz?
Como nos afecta?
Estas e outras questões que daqui advém, eu não sei se sei responder, mas acho curioso de como os processo de várias pessoas se interligam obrigando-as a seguir um caminho idêntico, numa evolução em que processos muito semelhantes se tocam...
E com isto o Universo vai-nos colocando no caminho uns dos outros por tempo indetermindao até que aprendamos as lições e consigamos dar um passo em frente.
O meu nivel de consciência tem-se alterado a uma velocidade estonteante, de tal forma que mal tenho tempo de assimilar uma experiência e lá vem outra de seguida...
As mensagens da Vida são cada vez mais claras, mais específicas, mais rápidas, obrigando a uma escolha quase que instantânea, mais 'pesadas' pela responsabilidade que me trazem num Caminho que assumi percorrer...
Embora o meu desgaste seja maior, sei que tenho capacidade para ir em frente nesta Jornada Divina da Busca de Mim Mesma.
Uma demanda ao nível das do Santo Graal, que em tempos fiz como Cavaleiro Templário...
Dizia eu ontem a alguém muito especial:
"Sabes, nem sempre podemos assumir que estamos bem e que as coisas não nos afectam, porque isso não é verdade.
Nem sempre tem de haver uma razão concreta para nos sentirmos diferentes, para sentirmos tristeza ou irritação, que vem do nada.
Isto acontece, pura e simplesmente, quando acumulamos dentro de nós emoções que teimamos em não deixar sair, por ser "politicamente incorrecto"... o resultado é que mais tarde ou mais cedo o saco já não tem mais espaço e a coisa rebenta...
O que se pede é um mergulho interior, numa acalmia do exterior...
É uma caminhada difícil e por vezes dolorosa, mas necessária...
Para ti pode ser difícil almejar isso, para mim também o era, mas consegui ter coragem de parar e escutar-me... agora as respostas começam a vir, e de onde??? De dentro de mim, da minha sabedoria interna...
Sim, porque quando corremos com a vida (e eu falo por experiencia própria), quando estamos aceleradas, fugimos essencialmente de nós próprias porque acima de tudo evitamos, com isso, ter de enfrentar os nossos medos, o nosso lado sombra...
A imagem perfeita do Yin e do Yang... o equilíbrio do masculino e feminino, da luz e da sombra, juntos formam um só!
E é assim que funciona dentro de nós também, há luz e há sombra, há o sim e o não, há o masculino e o feminino, há a razão e a emoção, há a alma e a matéria...
MAS TUDO, SEM EXCEPÇÃO FAZ DE NÓS O QUE SOMOS...
O grande trabalho interior é conseguir um equilíbrio destes factores todos..."
O fantástico da questão é que o que lhe disse, assenta como uma luva em mim e, claro está, deixou-me a pensar.
Deixou-me a pensar no quanto mudei ultimamente, o quanto de mim ainda tenho por descobrir, os medos que tenho de ultrapassar... mas, sobretudo que o mergulho que já ousei fazer em mim ainda é muito superficial dando-me imensa vontade de ir mais fundo, levando a luz da superfície ao lugar mais escuro, mais fechado e protegido de mim, até que...
TUDO EM MIM SEJA LUZ!
Conseguirei?
Só o Tempo o dirá!
O meu coração e a minha intuição serão os meus guias...
O silêncio o meu caminho...
E a Luz virá do "Recto Ser, Recto Viver, Recto Pensar"...
Porque tudo, sem excepção, faz parte de mim!!!!!!!!!!!!
15.11.09
A dúvida...
A propósito do post anterior, ando meio baralhada...
Sinceramente não sei o que pensar e fico sem saber se o que sinto está "correcto".
Tenho-me deparado com situações em que aquilo que as pessaos me dizem ou fazem é completamente antagónico ao que eu sinto e intuo...
Isto levanta questões dentro de mim e mantém-me na dúvida e na incerteza, pois a cabeça diz uma coisa e o coração outra...
As mensagens que tenho recebido são muito claras e dizem-me que penso demais e que esta racionalidade toda bloqueia-me e não me deixa avançar, porque ao questionar-me constantemente, perco tempo e trago ao de cima os meus medos inconscientes...
Por outro lado, quando sigo o que intuo, sem questionar (dificil tirar o racional da história), verifico que raramente me engano e que as minhas percepções me levam a tomar as decisões correctas...
Sei que se eu fizer o que a minha intuição me disser vou estar sempre certa, então pergunto-me, mas porque raio eu penso tanto?????
Porque é que ainda não confio totalmente na minha intuição, se ela prova estar certa?
Na minha honestidade e transparência, imperativas o meu modus vivendus actual, é-me muito dificil estar em situações dúbias, que não são claras e me confundem... não obstante, sinto que nem sempre devo confrontar o outro com o que sinto, pois nem todos estão preparados para esta abertura no confronto de si mesmo...
O programa do nosso juiz interno ainda nos grita o que acha ser certo e errado e, sobretudo, socialmente correcto.
E por isso eu fico cada vez mais calada!
Cada vez mais me apetece ficar em silêncio!
Cada vez falo menos de mim mesma!
Aprendi a viver a minha vida sem julgamento e sem preconceitos, aceitando e agradecendo tudo o que o Universo me tem trazido de experiências e lições de vida, formas diferentes de amar, formas diferentes de sentir, ver para além do perceptível,utilizar as minhas ferramentas interiores, descobrir quem sou, seguir o meu Caminho, intuir....
Vou tentar anular a dúvida fazendo-me valer da minha sabedoria interna, tentando ouvi-la nas respostas a mim mesma.
A dúvida remeteu-me para fora de mim, numa busca incessante por respostas que vinham dos outros...
Mas agora eu sei que isso é só uma mera ilusão e já estou a sair dela... desiludi-me! Saí da ilusão!
Finalmente, vou poder ir buscar dentro de mim o que procurei lá fora, até agora... a luz, o conhecimento, a minha Essência... tendo como guia a minha intuição e confiando na sabedoria do Universo e Deus Pai.
Agora sim, estou preparada para seguir pelo mais belo caminho da vida, o CAMINHO INTERIOR!
Sinceramente não sei o que pensar e fico sem saber se o que sinto está "correcto".
Tenho-me deparado com situações em que aquilo que as pessaos me dizem ou fazem é completamente antagónico ao que eu sinto e intuo...
Isto levanta questões dentro de mim e mantém-me na dúvida e na incerteza, pois a cabeça diz uma coisa e o coração outra...
As mensagens que tenho recebido são muito claras e dizem-me que penso demais e que esta racionalidade toda bloqueia-me e não me deixa avançar, porque ao questionar-me constantemente, perco tempo e trago ao de cima os meus medos inconscientes...
Por outro lado, quando sigo o que intuo, sem questionar (dificil tirar o racional da história), verifico que raramente me engano e que as minhas percepções me levam a tomar as decisões correctas...
Sei que se eu fizer o que a minha intuição me disser vou estar sempre certa, então pergunto-me, mas porque raio eu penso tanto?????
Porque é que ainda não confio totalmente na minha intuição, se ela prova estar certa?
Na minha honestidade e transparência, imperativas o meu modus vivendus actual, é-me muito dificil estar em situações dúbias, que não são claras e me confundem... não obstante, sinto que nem sempre devo confrontar o outro com o que sinto, pois nem todos estão preparados para esta abertura no confronto de si mesmo...
O programa do nosso juiz interno ainda nos grita o que acha ser certo e errado e, sobretudo, socialmente correcto.
E por isso eu fico cada vez mais calada!
Cada vez mais me apetece ficar em silêncio!
Cada vez falo menos de mim mesma!
Aprendi a viver a minha vida sem julgamento e sem preconceitos, aceitando e agradecendo tudo o que o Universo me tem trazido de experiências e lições de vida, formas diferentes de amar, formas diferentes de sentir, ver para além do perceptível,utilizar as minhas ferramentas interiores, descobrir quem sou, seguir o meu Caminho, intuir....
Vou tentar anular a dúvida fazendo-me valer da minha sabedoria interna, tentando ouvi-la nas respostas a mim mesma.
A dúvida remeteu-me para fora de mim, numa busca incessante por respostas que vinham dos outros...
Mas agora eu sei que isso é só uma mera ilusão e já estou a sair dela... desiludi-me! Saí da ilusão!
Finalmente, vou poder ir buscar dentro de mim o que procurei lá fora, até agora... a luz, o conhecimento, a minha Essência... tendo como guia a minha intuição e confiando na sabedoria do Universo e Deus Pai.
Agora sim, estou preparada para seguir pelo mais belo caminho da vida, o CAMINHO INTERIOR!
Yin e Yang
Ultimamente ando distante...
Ando sem paciência e sem vontade de estar com pessoas, com barulho, no meio da confusão...
Não me apetece correr...
Não me apetece ser a mais forte...
Não me apetece pensar...
Não me apetece participar em conversas fúteis, superficiais e sem sentido...
Não me apetece justificar a minha forma de ser e viver a Vida...
Não me apetece sofrer...
Apetece-me mergulhar em mim!
Apetece-me meditar!
Apetece-me estar em silêncio!
Apetece-me estar com quem partilha deste meu 'estar', sem o questionar!
Apetece-me estar no meu canto!
Apetece-me deixar fluir as emoções!
Apetece-me amar-me e respeitar-me cada vez mais!
Apetece-me deixar emergir o feminino que há em mim!
Apetece-me rir!
Apetece-me ser feliz!
Apetece-me viver e saborear cada segundo do 'Amor Mágico' que estou a descobrir em mim e em ti!
Apetece-me encontrar o equilibrio dentro de mim, o equilíbrio do Yin e do Yang!
Yin e Yang!
O ponto de luz na escuridão e o ponto de escuridão na luz...
Masculino e feminino em todo o seu equilíbrio e fusão...
Princípio básico de todo o Universo...
Ando sem paciência e sem vontade de estar com pessoas, com barulho, no meio da confusão...
Não me apetece correr...
Não me apetece ser a mais forte...
Não me apetece pensar...
Não me apetece participar em conversas fúteis, superficiais e sem sentido...
Não me apetece justificar a minha forma de ser e viver a Vida...
Não me apetece sofrer...
Apetece-me mergulhar em mim!
Apetece-me meditar!
Apetece-me estar em silêncio!
Apetece-me estar com quem partilha deste meu 'estar', sem o questionar!
Apetece-me estar no meu canto!
Apetece-me deixar fluir as emoções!
Apetece-me amar-me e respeitar-me cada vez mais!
Apetece-me deixar emergir o feminino que há em mim!
Apetece-me rir!
Apetece-me ser feliz!
Apetece-me viver e saborear cada segundo do 'Amor Mágico' que estou a descobrir em mim e em ti!
Apetece-me encontrar o equilibrio dentro de mim, o equilíbrio do Yin e do Yang!
Yin e Yang!
O ponto de luz na escuridão e o ponto de escuridão na luz...
Masculino e feminino em todo o seu equilíbrio e fusão...
Princípio básico de todo o Universo...
The way you look at me
A letra da música diz tudo o que sinto quando olhas para mim...
No one ever saw me like you do
All the things that I could add up too
I never knew just what a smile was worth
But your eyes see everything without a single word
`Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
If I could freeze a moment in my mind
It'll be the second that you touch your lips to mine
I'd like to stop the clock, make time stands still
'Cause, baby, this is just the way I always wanna feel
'Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
I don't know how or why I feel different in your eyes
All I know is it happens every time
'Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
The way you look at me
No one ever saw me like you do
All the things that I could add up too
I never knew just what a smile was worth
But your eyes see everything without a single word
`Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
If I could freeze a moment in my mind
It'll be the second that you touch your lips to mine
I'd like to stop the clock, make time stands still
'Cause, baby, this is just the way I always wanna feel
'Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
I don't know how or why I feel different in your eyes
All I know is it happens every time
'Cause there's somethin' in the way you look at me
It's as if my heart knows you're the missing piece
You make me believe that there's nothing in this world I can't be
I never know what you see
But there's somethin' in the way you look at me
The way you look at me
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